Casa de Apoio

Casa de Apoio - 2015

Fundada em 1994 a Casa de Apoio Pediátrico da Viva Cazuza é referência em Aids pediátrico. As crianças e/ou adolescentes abrigados são encaminhados pelo Juizado de Menores e uma vez aqui a instituição é responsável além do abrigo, pelo tratamento do HIV, educação, atividades físicas e de lazer tentando suprir as necessidades individuais.

Temos como prioridade a integração social, respeito a individualidade e trabalho para manter o vínculo familiar sempre que possível visando a reintegração familiar. O perfil de crianças encaminhadas vem mudando nos últimos anos em função do aumento de bebês expostos ao HIV em consequência do uso de drogas, principalmente o crack, por mulheres jovens que vivem em situação de rua. 

Hoje a Casa de Apoio Pediátrico mantém crianças e adolescentes entre recém nascidos até jovens de 19 anos de idade. Tentamos suprir as necessidades de cada um, e para aqueles com maior tempo de permanência tentamos dar possibilidade de fazê-los ter uma vida independente quando desligados. Para isso fazemos parcerias com escolas, cursos profissionalizantes, cursos de línguas, desenho, academias e clubes.

Crianças que se desligaram da instituição em 2015:

  • fevereiro - 01 reintegração familiar
  • março - 02 adoções
  • abril - 03 adoções
  • setembro - 03 adoções
  • outubro - 01 adoção e 01 reintegração familiar
Atividades desenvolvidas:
Janeiro 
  • 30 consultas médicas específicas para o HIV
  • 01 consulta médica diversa
  • 05 consultas com profissionais de saúde (psicólogo e fonoaudiólogo)
  • 31 dias de internação domiciliar
  • 2.480 refeições servidas
Fevereiro
  • 25 consultas médicas específicas para o HIV
  • 01 consulta médica diversa
  • 10 consultas médicas com profissional de saúde (psicólogo e fonoaudiólogo)
  • 33 dias de internação domiciliar referente a 02 crianças
  • 2.100 refeições servidas
Março
  • 42 consultas específicas para o HIV
  • 16 consultas odontológicas
  • 14 consultas com profissionais de saúde (psicólogo e fonoaudiólogo)
  • 59 dias de internação domiciliar referente a 03 crianças
  • 2.170 refeições servidas
Abril 
  • 25 consultas médicas específicas para o HIV
  • 01 consulta odontológica
  • 14 consultas com profissionais de saúde (psicólogos e fonoaudiólogos)
  • 40 dias de internação domiciliar correspondente a 02 crianças
  • 2.100 refeições servidas
Maio
  • 20 consultas médicas específicas para o HIV
  • 24 consultas com profissionais de saúde (psicólogos e fonoaudiólogos)
  • 50 dias de internação domiciliar correspondente a 02 crianças
  • 2.325 refeições servidas.
Junho
  • 40 consulta médicas específicas para o HIV
  • 25 consultas com profissionais de saúde (psicólogos e fonoaudiólogos)
  • 04 consultas odontológicas
  • 60 dias de internação domiciliar correspondente a 02 crianças
  • 2.250 refeições servidas
Julho
  • 48 consultas médicas específicas para o HIV
  • 01 consulta médica diversa
  • 26 consultas com profissionais de saúde (psicólogo e fonoaudiólogo)
  • 05 consultas odontológicas
  • 75 dias de internação domiciliar referente a três crianças
  • 2.480 refeições servidas
Agosto
  • 17 consultas médicas específicas para o HIV
  • 05 consultas médicas diversas
  • 32 consultas com profissionais de saúde (psicólogos e fonoaudiólogos)
  • 01 consulta odontológica
  • 04 dias de internação domiciliar
  • 3.410 refeições servidas
Setembro
  • 22 consultas médicas específicas para o HIV
  • 03 consultas com médico otorrino
  • 31 consultas com profissionais de saúde de nível superior (psicólogo, fonoaudiólogo e fisioterapeuta)
  • 2.400 refeições servidas
Outubro
  • 18 consultas específicas para o HIV
  • 40 consultas com profissionais de saúde (psicólogos e fonoaudiólogos)
  • 31 dias de internação domiciliar
  • 2.790 refeições servidas
Novembro
  • 26 consultas específicas para o HIV
  • 37 consultas com profissionais de saúde (psicólogo e fonoaudiólogo)
  • 30 dias de internação domiciliar referente a 02 crianças
  • 2.700 refeições servidas
Dezembro
  • 15 consultas específicas para o HIV
  • 40 consultas com profissionais de saúde (psicólogos, fonoaudiólogos e fisioterapeutas)
  • 31 dias de internação domiciliar
  • 2.790 refeições servidas
    

29/10/2015, 09:40 h

Prevenção e Treinamento - 2015

Trabalhou nas mídias sociais visando atingir o público jovem que segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde está entre um dos mais vulneráveis para o HIV/Aids. Incrementou o website www.vivacazuza.org.br trazendo informações atualizadas científicas sobre o tema assim como sobre as políticas públicas de saúde , atingindo uma média de 20 mil acessos mensais. Incrementou o twitter @VivaCazuza que hoje tem mais de 532 mil seguidores e desenvolveu um novo facebook institucional com mais de 86 mil pessoas acessando e "curtindo".

Realizou treinamento dos funcionários em dois módulos, um a cada semestre, visando informações sobre HIV/Aids, direitos dos portadores do HIV, a ética do profissional que trata e atende pacientes HIV positivos, o papel das instituições de acolhimento e diretrizes do ECA, implantação de um novo PPP (Plano Político Pedagógico). Através de sua equipe técnica, pedagoga e assistente social, participou da II Capacitação dos Serviços de Acolhimento Institucional para crianças e adolescentes uma parceria do CMDCA (Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente) em parceria com o Centro de Capacitação da Política de Assistência Social.


Participou do lançamento da campanha municipal Rio sem Preconceito, do dia 1º de dezembro junto com a Secretaria Municipal de Saúde e Coordenação da Diversidade Sexual, participou do Corte Solidário uma iniciativa da L’Óreal de educação e prevenção ao HIV/Aids também 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids. 

29/01/2016, 09:53 h

Casa de Apoio - 2016

Um novo ano, novos desafios!

Temos como prioridade a integração social, respeito a individualidade e trabalho para manter o vínculo familiar sempre que possível visando a reintegração familiar. A política pública de abrigo vem sofrendo mudanças ano a ano e hoje é uma prioridade do Ministério Público e das Varas da Infância e Juventude que as crianças permaneçam na instituição o menor tempo possível. Essa nova realidade, que nem sempre é possível concretizar, fez mudar o perfil do trabalho desenvolvido pela instituição que hoje passou a trabalhar com maior rotatividade de crianças. Se por um lado a perspectiva de colocação dessas crianças num lar é dar uma nova oportunidade a elas, por outro lado a composição desse “lar” nos preocupa uma vez que vemos alguns processos correndo com celeridade, com adaptação nem sempre adequada à criança e a eventual falta de estrutura psicológica das famílias que recebem as crianças, sejam elas famílias de origem, extensas ou substitutas, podem ocasionar o retorno da criança ao abrigo ou a uma família acolhedora*.

Hoje a Casa de Apoio Pediátrico mantém crianças e adolescentes entre recém nascidos até jovens de 19 anos de idade. Tentamos suprir as necessidades de cada um, e para aqueles com maior tempo de permanência tentamos dar possibilidade de fazê-los ter uma vida independente quando desligados. Para isso fazemos parcerias com escolas, cursos profissionalizantes, cursos de línguas, desenho, academias e clubes.

Em 2016 a Viva Cazuza desligou 14 crianças por adoção; 13 por reintegração familiar; 02 transferidos para outros abrigos. Uma completou maioridade, mas resolver permanecer na instituição.

  • Foram servidas 33.260 refeições;
  • 378 consultas específicas para o HIV;
  • 25 consultas médicas de especialidades diversas; 
  • 242 consultas psicológicas;
  • 85 consultas odontológicas;
  • 31 dias de internação domiciliar

* família acolhedora é um programa onde o governo paga paga à família para que receba e cuide da criança, também por um período que não deve ultrapassar seis meses, e ao atingir a maioridade o acolhido é desligado da família. 

01/06/2016, 06:39 h

Assistência Social - 2016

Dando continuidade a um projeto iniciado em 1999, a Viva Cazuza vem agora dando prioridade a parceria com o PAM Anotnio Ribeiro Neto (PAM 13 de maio), no que diz respeito a inclusão de novos pacientes, mas continuamos com os pacientes que já haviam sido encaminhados pelo Hospital da Lagoa e Hospital dos Servidores. Depois de muitos anos atendendo os mesmos pacientes conseguimos o desligamento de alguns, abrindo novas vagas. 

No ano de 2016 atendemos socialmente 176 pacientes/mês visando adesão ao tratamento e doação de cestas básicas, 01 foi a óbito, mas infelizmente não conseguimos a colocação no mercado de trabalho.  Em 2016 demos prosseguimento a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil atendendo pacientes provenientes da rede municipal. Foram doadas 1.493 (um mil quatrocentos e noventa e três) cestas básicas. Foram doados preservativos em quantidade diferenciada por pacientes, de acordo com solicitação dos mesmos. A continuidade no atendimento e principalmente do acompanhamento social dos pacientes atendidos trouxe maior vínculo entre a instituição e os pacientes possibilitando intervenção nas questões de saúde e sociais apresentadas. Hoje o trabalho atua também dando maior suporte no combate ao preconceito, junto as escolas, onde estudam os filhos dos pacientes, encaminhamentos para atendimentos jurídicos, psicológicos, odontológicos entre outros, tendo tido bom resultado no que diz respeito a adesão, diminuição de infecções oportunistas e internações hospitalares. 






13/06/2016, 11:19 h

Prevenção e Treinamento - 2016

A Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e a Viva Cazuza inauguraram uma escultura de Cazuza, na Praça Cazuza, no dia 1º de dezembro, como parte das atividades de prevenção a doença. Participou do lançamento da campanha municipal Rio sem Preconceito, do dia 1º de dezembro junto com a Secretaria Municipal de Saúde e Coordenação da Diversidade Sexual, participou do Corte Solidário, uma iniciativa da L’Óreal de educação e prevenção ao HIV/Aids também em 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids.


Demos prosseguimento ao trabalho de prevenção do HIV/Aids através das mídias sociais: o site www.vivacazuza.org.br com 15 mil acessos mensais , facebook https://www.facebook.com/vivacazuza com mais de 94 mil curtidas e do twitter https://twitter.com/VivaCazuza com mais de 573 mil seguidores, trazendo informações sobre as políticas de HIV, pesquisas e prevenção. Participamos ainda de 80 inserções nos meios de comunicação (TV, rádio e jornais) através de entrevista e programas de prevenção e esclarecimento.


Foto da esquerda: Secretário de Conservação Marcus Belquior e Araújo. Foto da direia: Secretário, Lucinha Araújo e Christina Motta, a escultora.



Foto esquerda: Cantora Teresa Cristina e Rogério Flausino no show de inauguração da estátua na Praça Cazuza. Foto direita fã com Cazuza

18/01/2017, 10:36 h

Assistência Social - 2017

Projeto de Adesão ao Tratamento – para pacientes HIV positivos em acompanhamento ambulatorial na rede pública de saúde, em particular no PAM Antônio Ribeiro Neto.

Janeiro

·         151 atendimentos sociais individuais;

·         doação de 151 cestas de básicas;

·         repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.

            Fevereiro

·         151 atendimentos sociais individuais;

·         doação de 151 cestas de básicas;

·         repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.


            Março

·         152 atendimentos sociais individuais;

·         doação de 152 cestas de básicas;

·         repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.


            Abril

·        149 atendimentos sociais individuais;

·         doação de 149 cestas de básicas;

·         repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.  


            Maio

·      139 atendimentos sociais individuais;

·       doação de 139 cestas de básicas;

·       repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.     


            Junho

·      144 atendimentos sociais individuais;

·       doação de 144 cestas de básicas;

·       repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.     


            Julho

·      139 atendimentos sociais individuais;

·       doação de 139 cestas de básicas;

·       repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.     

           

            Agosto

·      148 atendimentos sociais individuais;

·       doação de 148 cestas de básicas;

·       repasse de doação de roupas, sapatos e brinquedos.     







08/08/2017, 06:35 h

Casa de Apoio - 2017

Casa de Apoio Pediátrico - abrigo de crianças e adolescentes carentes portadores do HIV/Aids em regime de internato.

Janeiro

·  Abrigo de 16 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.480 refeições servidas;

· 32 (trinta e duas) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 02 (duas) consultas médicas não específicas para HIV;

· 11 (onze) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· Saída de 02 crianças para colocação em família substituta e 02 para reintegração familiar;

· Chegada de 02 crianças gêmeas, com 6 anos de idades, com informação suposta de que a mãe era HIV. As crianças viviam na rua com usuários de crack. Estamos providenciando exames anti-HIV e para detecção de outras doenças. Os meninos apresentam marcas no corpo de maus tratos, mas não temos informações de como e quando foram feitas as marcas, eles não gostam de falar no assunto;


Fevereiro

·  Abrigo de 16 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.480 refeições servidas;

· 32 (trinta e duas) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 02 (duas) consultas médicas não específicas para HIV;

· 11 (onze) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· Saída de 02 crianças para colocação em família substituta e 02 para reintegração familiar;

· Chegada de 02 crianças:

1. Criança com 9 meses proveniente do Hospital Universitário Pedro Ernesto com histórico de exposição neonatal ao HIV (primeira carga viral negativa em maio de 2016), sífilis congênita, não temos informação relativa pré natal e ao parto.

2.  Criança com 20 dias de nascida proveniente do Hospital dos Servidores do Estado – mãe HIV positiva, foi feita 6 consultas de pré natal, criança nasceu de cesárea, não foi amamentada e saiu do hospital fazendo uso de AZT oral.


Março

·  Abrigo de 16 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.480 refeições servidas;

· 45 (quarenta e cinco) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 01 (uma) consulta médica não específica para HIV;

· 03 (três) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 05 (cinco) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· Saída de 02 crianças para com exame negativo para o HIV para outra instituição;

· Todas as crianças em idade escolar estão matriculadas na rede pública de ensino e praticam atividades esportivas em clubes e/ou academias parceiras, assim como música dança e desenho;

· Chegada de 02 crianças, irmãs, que retornaram à instituição que estavam em processo de adoção:

1. Criança de dois anos com exposição neonatal ao HIV, 4 consultas pré natal, uso de AZT injetável duas horas antes do parto.

2. Criança com 10 meses – mãe HIV positiva, foi feita menos de 6 consultas de pré natal, criança nasceu de cesárea, não foi amamentada e saiu do hospital fazendo uso de AZT oral. Em período de acompanhamento com carga viral indetectável.


Abril

·  Abrigo de 19 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.850 refeições servidas;

· 22 (vinte e duas) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 20 (vinte) consultas médicas não específica para HIV;

· 04 (quatro) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 06 (seis) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· Saída de 01 criança para com exame negativo para o HIV reintegrado com a mãe, HIV positiva;

· Chegada de 04, sendo que três delas são irmãs em situação de rua, mãe HIV positiva, as crianças nunca foram testadas,

1. Criança de dois anos - menino.

2. Criança 8 anos – menino

3. Criança de 9 anos – menina

4. Criança de 8 anos – menino. Mãe usuária de drogas, que em seu local de moradia é ponto de preparo e venda de drogas, que muitas vezes a mãe sai e o menino já ficou na rua por um tempo, segundo informação do Conselho Tutelar.


Maio

· Abrigo de 19 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.850 refeições servidas;

· 51 (cinquenta e uma) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 07 (sete) consultas médicas não específica para HIV;

· 08 (oito) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 04 (quatro) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 02 duas) consultas odontológicas;

· Saída de 02 criança para com exame negativo para o HIV. Uma reintegração familiar e 01 adoção;

· Chegada de 02 crianças:

1. 01 bebê recém nascido, menina – com 23 dias proveniente da Maternidade Carmela Dutra, mãe HIV positiva, criança nasceu em via pública, sem informações relativas ao pré natal, mas fez uso de AZT e Nevirapina na unidade de saúde;

2. Criança de 2 anos – a criança foi abandonada pela mãe, morou com família acolhedora. A Viva Cazuza atendeu pedido da Vara da Infância e Juventude para acolhimento, uma vez que a crianças era muito assustada, chorosa, e tem muito medo de pessoas do sexo masculino. Será investigada quando ao HIV, abuso e outras doenças. 

Junho

·  Abrigo de 19 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.850 refeições servidas;

· 32 (trinta e dois) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 09 (nove) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 08 (oito) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· Todas as crianças em idade escolar estão matriculadas na rede pública de ensino e praticam atividades esportivas em clubes e/ou academias parceiras, assim como música dança e desenho;

· Reforço escolar na instituição realizada por pedagoga contratada;

Atividades recreativas e de lazer nos finais de semana dentro e fora da instituição. (passeios, praias, cinema, teatro etc.)


Julho

·  Abrigo de 20 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 3.100 refeições servidas;

· 41 (quarenta e uma) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 02 (duas) consultas médicas de especialidades diversas;

· 03 (três) dias de internação domiciliar de 04 (quatro) crianças;

· 07 (sete) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 04 (quatro) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· Todas as crianças em idade escolar estão matriculadas na rede pública de ensino e praticam atividades esportivas em clubes e/ou academias parceiras, assim como música dança e desenho;

· Reforço escolar na instituição realizada por pedagoga contratada;

· Atividades recreativas e de lazer nos finais de semana dentro e fora da instituição. (passeio, praia, cinema, teatro etc.)

· 04 crianças saíram da instituição por adoção;

· 05 crianças chegaram à instituição

1.       Acolhimento de 01 menino de 05 anos em situação de rua. (O Conselho Tutelar suspeita que a mãe da criança seja HIV positivo. Vamos providenciar o exame da criança)

2.       Acolhimento de três irmãs: 01 menina de 06 anos; 01 menina de 04 anos e 01 menina de 1 ano (denuncia de abuso sexual)

3.       Acolhimento de uma menina de 01 ano (mãe HIV positiva – de acordo com relatório social anexo.  Ela informa que fez pré-natal e fez tratamento no Hospital Rafael de Paula, mas ainda não conseguimos confirmar. Encaminhamos a criança para novo exame anti-HIV).

Agosto

·  Abrigo de 20 crianças;

· Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 3.100 refeições servidas;

· 30 (trinta) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

· 03 (três) consultas médicas de especialidades diversas;

· 10 (dez) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 10 (dez) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

· 01 (uma) consulta odontológica, através de atendimento voluntário no consultório do profissional;

· 06 (seis) dias de internação domiciliar de 01 criança;

· Todas as crianças em idade escolar estão matriculadas na rede pública de ensino e praticam atividades esportivas em clubes e/ou academias parceiras, assim como música dança e desenho;

· Reforço escolar na instituição realizada por pedagoga contratada;

·  Atividades recreativas e de lazer nos finais de semana dentro e fora da instituição. (passeio, praia, cinema, teatro etc.)

· 03 crianças saíram da instituição por adoção;

· 03 crianças chegaram à instituição

1.       Acolhimento de 01 menina nascida em 25/07/2017 filha de mãe HIV positiva (documentos da unidade de saúde anexo);

2.       Acolhimento de 01 menina nascida em 23/07/2017 filha de mãe HIV positiva (documentos da unidade de saúde Maria Amélia anexo)

3.       Acolhimento de 01 menina nascida em 16/08/2017 filha de mãe HIV negativa, mas que não fez pré-natal (documentos da unidade de saúde Maria Amélia anexo).

Setembro



Outubro



Novembro



Dezembro




11/08/2017, 03:50 h

Assistência Social - 2018

Projeto de Adesão ao Tratamento

Iniciado em 1999 o Projeto de Adesão ao Tratamento hoje mantém parceria com o PAM Antônio Ribeiro Neto (PAM 13 de maio), Hospital da Lagoa e IASERJ. Buscando diminuir os índices de infecções oportunistas e internações hospitalares os pacientes são encaminhados pelos médicos e/ou serviço social das unidades parceiras. 
Dada a parceria com a Secretaria Municipal de Saúde da cidade do Rio de Janeiro a Viva Cazuza vem priorizando abrir novas vagas de atendimento para pacientes do PAM Antônio Ribeiro Neto. O projeto visa tentar compreender a dinâmica diária de cada paciente na tentativa de compreender o motivo da falha no tratamento e propor alternativas para melhorar a adesão.