• Casa de Apoio - 2017

    Casa de Apoio Pediátrico - abrigo de crianças e adolescentes carentes portadores do HIV/Aids em regime de internato.

    Janeiro

    ·  Abrigo de 16 crianças;

    · Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.480 refeições servidas;

    · 32 (trinta e duas) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

    · 02 (duas) consultas médicas não específicas para HIV;

    · 11 (onze) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · Saída de 02 crianças para colocação em família substituta e 02 para reintegração familiar;

    · Chegada de 02 crianças gêmeas, com 6 anos de idades, com informação suposta de que a mãe era HIV. As crianças viviam na rua com usuários de crack. Estamos providenciando exames anti-HIV e para detecção de outras doenças. Os meninos apresentam marcas no corpo de maus tratos, mas não temos informações de como e quando foram feitas as marcas, eles não gostam de falar no assunto;


    Fevereiro

    ·  Abrigo de 16 crianças;

    · Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.480 refeições servidas;

    · 32 (trinta e duas) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

    · 02 (duas) consultas médicas não específicas para HIV;

    · 11 (onze) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · Saída de 02 crianças para colocação em família substituta e 02 para reintegração familiar;

    · Chegada de 02 crianças:

    1. Criança com 9 meses proveniente do Hospital Universitário Pedro Ernesto com histórico de exposição neonatal ao HIV (primeira carga viral negativa em maio de 2016), sífilis congênita, não temos informação relativa pré natal e ao parto.

    2.  Criança com 20 dias de nascida proveniente do Hospital dos Servidores do Estado – mãe HIV positiva, foi feita 6 consultas de pré natal, criança nasceu de cesárea, não foi amamentada e saiu do hospital fazendo uso de AZT oral.


    Março

    ·  Abrigo de 16 crianças;

    · Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.480 refeições servidas;

    · 45 (quarenta e cinco) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

    · 01 (uma) consulta médica não específica para HIV;

    · 03 (três) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · 05 (cinco) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · Saída de 02 crianças para com exame negativo para o HIV para outra instituição;

    · Todas as crianças em idade escolar estão matriculadas na rede pública de ensino e praticam atividades esportivas em clubes e/ou academias parceiras, assim como música dança e desenho;

    · Chegada de 02 crianças, irmãs, que retornaram à instituição que estavam em processo de adoção:

    1. Criança de dois anos com exposição neonatal ao HIV, 4 consultas pré natal, uso de AZT injetável duas horas antes do parto.

    2. Criança com 10 meses – mãe HIV positiva, foi feita menos de 6 consultas de pré natal, criança nasceu de cesárea, não foi amamentada e saiu do hospital fazendo uso de AZT oral. Em período de acompanhamento com carga viral indetectável.


    Abril

    ·  Abrigo de 19 crianças;

    · Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.850 refeições servidas;

    · 22 (vinte e duas) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

    · 20 (vinte) consultas médicas não específica para HIV;

    · 04 (quatro) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · 06 (seis) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · Saída de 01 criança para com exame negativo para o HIV reintegrado com a mãe, HIV positiva;

    · Chegada de 04, sendo que três delas são irmãs em situação de rua, mãe HIV positiva, as crianças nunca foram testadas,

    1. Criança de dois anos - menino.

    2. Criança 8 anos – menino

    3. Criança de 9 anos – menina

    4. Criança de 8 anos – menino. Mãe usuária de drogas, que em seu local de moradia é ponto de preparo e venda de drogas, que muitas vezes a mãe sai e o menino já ficou na rua por um tempo, segundo informação do Conselho Tutelar.


    Maio

    · Abrigo de 19 crianças;

    · Fornecimento de 05 refeições diárias totalizando no mês o montante de 2.850 refeições servidas;

    · 51 (cinquenta e uma) consultas médicas específicas para o HIV dentro da instituição;

    · 07 (sete) consultas médicas não específica para HIV;

    · 08 (oito) consultas com psicoterapeutas, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · 04 (quatro) consultas com fonoaudiólogo, através de atendimento voluntário no consultório dos profissionais;

    · 02 duas) consultas odontológicas;

    · Saída de 02 criança para com exame negativo para o HIV. Uma reintegração familiar e 01 adoção;

    · Chegada de 02 crianças:

    1. 01 bebê recém nascido, menina – com 23 dias proveniente da Maternidade Carmela Dutra, mãe HIV positiva, criança nasceu em via pública, sem informações relativas ao pré natal, mas fez uso de AZT e Nevirapina na unidade de saúde;

    2. Criança de 2 anos – a criança foi abandonada pela mãe, morou com família acolhedora. A Viva Cazuza atendeu pedido da Vara da Infância e Juventude para acolhimento, uma vez que a crianças era muito assustada, chorosa, e tem muito medo de pessoas do sexo masculino. Será investigada quando ao HIV, abuso e outras doenças. 

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